07/12/2017 – GOIÁS – Marcelo Miranda: “Com Marconi, Brasil Central foi para o centro das decisões do País”

“Vale a pena trabalhar ao lado de um grande líder como Marconi. Um dos grandes méritos dele, o que fez o Consórcio dar certo, foi a equipe técnica de primeira linha que ele montou”, afirmou governador do Tocantins

Gabinete de Imprensa do Governador de Goiás

O governador do Tocantins, Marcelo Miranda, afirmou nesta quarta-feira (6/12) que o Consórcio Brasil Central foi muito além da agenda regional e influenciou as decisões políticas e administrativas do País como resultado da articulação do presidente do bloco, o governador de Goiás, Marconi Perillo. “Com Marconi, nós levamos o Brasil Central para o Palácio do Planalto, para o Congresso Nacional e o Poder Judiciário, para o centro das decisões, influenciando das as agendas do País”, disse Miranda, em Brasília.

“Vale a pena trabalhar ao lado de um grande líder como Marconi. Um dos grandes méritos dele, o que fez o Consórcio dar certo, foi a equipe técnica de primeira linha que ele montou, ao lado dos demais governadores”, disse o governador do Tocantins. “Temos agora que prosseguir nesse caminho, e tenho certeza de que essa também será a agenda do governador Pedro Taques”, disse Marcelo Miranda, em referência ao sucessor de Marconi na presidência do Fórum.

Os governadores do Brasil Central destacaram nesta quarta-feira a liderança estratégica de Marconi nas conquistas alcançadas pelo bloco em seus três anos de fundação, com destaque para a retomada do crescimento econômico e maior participação dos Estados e do Distrito Federal na divisão das receitas da União. Taques, Rodrigo Rollemberg (DF), Reinaldo Azambuja (MS), Marcelo Miranda (TO) e Confúcio Moura (RO), a presidência de Marconi foi fundamental para o refinanciamento de dívidas, os recebimentos de royalties, a maior participação nos fundos de exportações e de repatriação.

Sob o comando de Marconi, os governadores realizaram em Brasília a última reunião do Fórum de Governadores do Brasil Central para avaliar as conquistas da associação política, econômica e administrativa e fazer o planejamento das ações para 2018. Segundo os governadores, a liderança e a experiência administrativa e política de Marconi, com quatro mandatos à frente do Governo de Goiás foi imprescindível para a consolidação do Consórcio, que avançou em suas diversas áreas de atuação partindo de modelos de gestão aplicados na administração goiana.

O Consórcio Brasil Central é formado por Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Distrito Federal, Tocantins, Rondônia e Maranhão e foi criado em 2015 por iniciativa de Marconi, que presidiu o bloco desde então. Para sucedê-lo, o Fórum de governadores elegeram Pedro Taques (MT). “A iniciativa de criar a o Consórcio foi responsável pela retomada do crescimento da economia brasileira que veio da maior recessão da história”, afirmou Marconi.

Estiveram no encontro os governadores Rodrigo Rollemberg (DF) Pedro Taques (MT), Reinaldo Azambuja (MS), Marcelo Miranda (TO) e Confúcio Moura (RO). O governador Flávio Divino (MA), foi representado pelo vice Carlos Brandão. Participaram da reunião do Fórum o ministro das Cidades, Alexandre, os secretários estaduais de Planejamento, sob a coordenação do secretário de Gestão e Planejamento de Goiás, Joaquim Mesquita, o secretário-geral do Consórcio, Leonardo Jayme, representante da Fundação Itaú Social, Sônia Dias, e integrantes da direção nacional Caixa Econômica Federal.

Marconi Perillo disse que “em três anos de atuação, o Consórcio Brasil Central conquistou avanços significativos para os Estados do bloco, que ganharam bilhões de reais e foram beneficiados com o refinanciamento de dívidas, recebimentos de royalties, do fundo de exportações e da repatriação”. “Foram muitas as conquistas, e valeu muito a pena estarmos juntos na discussão de temas de interesse do povo”, disse o governador de Goiás.

Ao longo de 2017 foram realizados encontros temáticos nos Estados membros, completando 19 reuniões desde 2015. As reuniões do Fórum de Governadores culminaram na elaboração de documentos que preveem a formação de um grupo coeso com vistas a impulsionar a competitividade da região. Seis frentes compõem a agenda estratégica comum do Brasil Central: agropecuária, logística, industrialização, educação, empreendedorismo e inovação.