10/01/2019 – GOIÁS – Auditoria do MS vai checar dívidas de Goiás na área da saúde

“O Ministério da Saúde não vai se furtar de estar ao lado do governador e principalmente da população”, explicitou o Ministro da Saúde.

Gabinete de Imprensa do governador de Goiás

O governador Ronaldo Caiado aproveitou a agenda de compromissos em Brasília, na quarta-feira, dia 09, para visitar o Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta e apontar as principais dificuldades e demandas do Estado na área. Caiado expôs a grave situação da saúde pública em Goiás. “O Hospital Materno-Infantil vive um colapso completo, é desesperador. As crianças e os recém-nascidos não têm condições de sobreviver diante desta situação”, afirmou. O Ministro se sensibilizou com a caótica realidade enfrentada pela equipe do governador. “O Ministério da Saúde não vai se furtar de estar ao lado do governador e principalmente da população”, explicitou o Ministro da Saúde.

Outra grave situação exposta pelo governador Caiado é referente ao Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo). “O Hugo possui medicamentos e insumos para se manter no máximo por mais 15 dias. Os fornecedores já afirmaram que não repassam mais os materiais, caso não haja recursos para pagamento à vista, afinal, o Estado não os pagou. Só para as OSs, Goiás deve mais de 300 milhões”, contou.

Mandetta afirmou que a primeira preocupação é manter o ponto de equilíbrio do Estado. “Nós já alertávamos o Ministério da Saúde do governo anterior sobre a situação de Goiás e hoje temos uma equipe olhando com muita atenção o Estado para fazer as habilitações que forem necessárias para garantir recursos para a equipe do governador”, ponderou Mandetta.

O Ministro declarou que colocou uma equipe de auditoria à disposição do Governo de Goiás para checar a dívida do Estado relacionada à saúde e posteriormente garantir os recursos federais necessários para prover atendimento de qualidade aos cidadãos. “O governo federal e o Governo de Goiás vão enfrentar essa grave crise e asseguraremos um sistema de saúde mais sólido e mais confiável”, finalizou o ministro.