13/07/2019 – GOIÁS – Defensoria Pública entrega carteira simbólica à defensoras populares

A Defensoria Pública do Estado de Goiás (DPE-GO) entregou, na tarde desta sexta-feira (12/07), as carteiras de identificação simbólicas a 42 defensoras populares. O defensor público-geral do Estado de Goiás, Domilson Rabelo da Silva Júnior, e a coordenadora do Núcleo Especializado de Defesa e Promoção Dos Direitos da Mulher (Nudem) da DPE-GO entregaram os documentos. A atividade encerra o 1º Curso de Defensoras Populares, realizado pelo Nudem e a Escola Superior da Defensoria Pública (ESDP), nos meses de abril, maio e junho deste ano. A solenidade foi realizada no auditório da Maternidade Nascer Cidadão, no Jardim Curitiba, em Goiânia.

Defensoria Pública do Estado de Goiás

Ao final do curso as participantes escreveram relatórios avaliando as atividades. Em seu discurso, o defensor geral Domilson Rabelo da Silva Júnior informou que leu cada relatório e disse ter ficado muito satisfeito com a avaliação positiva das defensoras populares.

O defensor geral enfatizou a força de vontade de cada uma delas ao deixarem sua zona de conforto para auxiliarem a comunidade onde vivem. Ele ponderou ainda que ninguém realiza grandes conquistas sozinho. “Observando esta realização de vocês concluímos que nenhum de nós realiza nada sozinho. A atuação coordenada do Nudem, Escola Superior, diretoria é um ponto positivo de uma gestão que busca o melhor para todos”, pontuou.

A coordenadora do Nudem/DPE-GO, Gabriela Hamdan, parabenizou as defensoras populares e afirmou que a Defensoria Pública cumpre seu papel constitucional ao realizar este curso. “A Defensoria cumpre seu papel de educadora em direitos quando as nossas defensoras populares se mostram capacitadas e motivadas a realizar a transformação da comunidade em que vivem”, comemorou.

A servidora pública Sandra Regina Martins Gomes, 47anos, defensora popular e líder comunitária da Região Noroeste de Goiânia, informa que um grupo de defensoras populares pretende montar uma sala, no centro comunitário da região, para atender as pessoas da comunidade, uma vez por semana, e ver o que se pode fazer em favor da população para encaminhar à Defensoria Pública. “É a força da mulher na comunidade”, reforçou.

A defensora popular Maria Eurípedes Rodrigues, 55 anos, que fará parte do grupo que vai atuar no centro comunitário, afirmou que foi importante sair da zona de conforto para auxiliar as pessoas que precisam. “Foi muito importante fazer este curso porque o que a gente aprendeu aqui foram coisas que nós nunca ouvíamos falar, o que é Defensoria Pública, Direitos Humanos e outras informações para ajudarmos as pessoas”, finalizou.